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Archive for Maio 2015

Huawei P8- análise.... é um concorrente sério dos “tubarões” do mercado


Com o novo P8 a Huawei volta a provar que merece um lugar residente no top das melhores marcas de smartphones. Um chassi todo de metal, um design clássico e a elevada performance valem um olhar sério para o P8. E há ainda a considerar o preço.


A marca chinesa não esconde a ambição de estar no top das vendas de smartphones, em volume mas também em valor, e a aposta nos produtos premium é clara e bem definida. Os modelos da linha Ascend P e Ascend M são os iscos de luxo neste ataque a um mercado onde a Apple e a Samsung têm dado cartas, mas onde há ainda muito espaço para a inovação e qualidade.


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Prestes a chegar ao mercado português, o Huawei P8 está pronto para desafiar os “tubarões” do mercado de smartphones de topo de gama, e mais uma vez alia a qualidade de fabrico e o design a uma proposta de preço que não deve ser ignorada numa avaliação de compra mais racional. E a verdade é que o smartphone passa nos testes de design, performance e usabilidade com distinção.


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O novo topo de gama falhou o momento alto do Mobile World Congress onde a marca só revelou wearables e foi apresentado a 15 de Abril em Londres, cerca de um ano depois do seu antecessor P7, mas regista algumas evoluções significativas, sobretudo ao nível do design, e também uma evolução técnica que só se sente uma utilização mais prolongada.




Neste modelo a Huawei parece ter abandonado (finalmente?) o cognome Ascend e optado apenas pela designação Huawei P8 para simplificar a apresentação. E a simplificação é também uma das marcas do equipamento que apresenta um chassi todo de metal, sem curvas e com um design minimalista onde não faltam os cuidados com os pormenores.




Quase sem moldura a contornar o ecrã de 5,2 polegadas, o P8 torna-se mais fácil de usar com apenas uma mão, contribuindo também para isso o facto de ser mais fino. A espessura é de apenas 6,4 mm e isso torna-o mais “elegante” que o iPhone 6 e o Samsung S6, com a vantagem adicional de não ter lentes salientes que podem ser um problema a prazo.









Apesar da elegância dos pormenores e da qualidade dos acabamentos, a utilização de uma barra de cor em plástico – branca no modelo que testámos, aliás, champagne místico– no topo e na base do equipamento não é visualmente agradável nem atraente. Sem um logotipo, um botão ou um elemento visual esta barra fica demasiado vazia, sem utilidade, e o mesmo se pode dizer da barra de topo na traseira que “suporta” a lente do sensor fotográfico.




A utilização de uma peça única de metal do chassi traz algumas vantagens em termos de durabilidade e resistência a riscos face ao P7, cuja traseira em vidro reflete ao fim de algum tempo uma utilização mais intensiva. Mas há também alguns desafios em termos de qualidade de sinal de rede, que a Huawei garante ter ultrapassado eficazmente, e de blindagem do acesso à bateria, algo que muitos equipamentos de topo de gama já assumiram como quase obrigatório mas que desagrada a muitos utilizadores que querem ter opção de trocar a bateria sempre que lhes apetece.




Pontos positivos para a performance e qualidade de rede




O design pode ser a primeira avaliação que qualquer utilizador faz quando pega num smartphone, mas os mais techies vão querer analisar o desempenho e as especificações, assim como a qualidade de sintonização da rede móvel e Wi-Fi. Até porque no fim de contas isto é que garante a satisfação geral com o uso do equipamento, por mais bonito que seja.




Neste domínio o Huawei P8 conquista muitos pontos positivos. A experiência da marca na área de telecomunicações é bem valorizada no desenvolvimento do telemóvel, que integra um processador Kirin 930 de 64 bits, octa core, uma evolução em relação ao modelo utilizado no P7 que a Huawei garante trazer mais 80% de rapidez.




A verdade é que se sente mais fluidez e melhor desempenho nas aplicações e na mudança entre tarefas, o que é sempre uma melhoria bem-vinda, embora por vezes difícil de notar nas tarefas mais simples. E os 3GB de RAM também ajudam.









A nível de memória as opções ficam entre os 16 e os 64 GB, que não estão totalmente disponíveis mas que podem ser alargados através de um cartão micro SD para quem precisar de alojar toneladas de aplicações, músicas e vídeos.




A capacidade de sintonizar a rede, que é sempre um desafio em modelos de metal, é um dos pontos em que a Huawei investiu mais. A marca desenvolveu o Signal +, evitando alguns desaires que já afetaram a concorrência já mostraram, e a forte experiência da marca no desenvolvimento de soluções e infraestruturas de telecomunicações dá uma boa ajuda para uma performance impecável.




Uma das grandes vantagens é revelada logo na sincronização imediata das células das antenas, mas também no roaming, com aquilo que a Huawei garante ser uma ligação mais rápida do que qualquer outro telefone assim que aterra em solo estrangeiro, algo que conseguimos comprovar.




No geral a Huawei promete com esta tecnologia que há uma forma mais inteligente de utilização das antenas integradas no telemóvel e que o sinal se mantém forte, evitando perdas de chamadas.




Nas ligações destaque também para o WiFi+ que pode ser a salvação do artista num ambiente onde se multiplicam as redes disponíveis: o P8 vai indicar-lhe as que têm melhor sinal, limpando o cenário “ruinoso” que muitas vezes se gera em alguns ambientes e que é normalmente difícil de gerir nos telemóveis.




Uma nota positiva segue também para a bateria, normalmente bastante penalizada com a opção por performance mais elevada e pela qualidade do ecrã. A bateria é de 2.600 mAh e está inacessível a trocas casuais, mas aguenta-se bem a cargas de utilização intensa e maratonas de streaming de vídeo a que a sujeitámos, mantendo-se longe da ficha elétrica durante um dia completo.




A Huawei adicionou também um modo de fast charging, prometendo uma carga completa em três horas, mas não conseguimos validar esta rapidez, mesmo com o carregador integrado no pacote do smartphone.




Vale a pena passar ainda em revista o modo de poupança de bateria que ajusta o uso do CPU e da rede, mas em alguns casos os ganhos em “modo inteligente” não são significativos em relação ao modo normal. Se optar pelo modo ultra é garantido que tem pelo menos o dobro do tempo (prometido) mas ai fica limitado aos mínimos essenciais do smartphone.




Ecrã “médio bom” e câmara à disposição da fotografia rápida




A qualidade do ecrã de 5,2 polegadas pode ser uma desvantagem séria na concorrência direta com alguns topos de gama do mercado, entre os quais o Galaxy S6 e o LG G3 que já têm Quad HD, quando o P8 apresenta ainda um modelo Full HD 1920x1080. A diferença é visível aos olhos mas experimentados mas o ecrã não deixa de apresentar uma qualidade bastante razoável para a visualização de conteúdos multimédia, com as possibilidades de ajuste de temperatura de cor e de luminosidade a mostrarem-se bastante úteis para situações de sol intenso.




Para quem gosta de usar o telemóvel para jogos de gráficos arrojados, ou para ver vídeos, a qualidade do ecrã e a capacidade de resposta são relevantes, mas também o som é um elemento a considerar, mesmo que isso incomode os companheiros de trabalho e vizinhos em viagens de transportes públicos. O P8 mostra um desempenho equilibrado nesta área, com um som poderoso, embora falhe um pouco em algumas áreas de definição que são mais visíveis em peças clássicas.




A aposta da Huawei na fotografia é evidente e mesmo que a lente da câmara traseira não seja saliente nem esteja em grande destaque, a utilização de um sensor de 13 megapixels é uma boa novidade e o desempenho superou as expectativas, sobretudo em comparação com algumas outras câmaras no mercado, como por exemplo a do iPhone 6.









Imagens claras, com excelentes cores, mesmo em modo de macro resultaram em boas fotos, mas quando as exigências de contraste eram maiores o P8 deixou um pouco mais a desejar, acontecendo o mesmo em ambientes mais escuros, apesar das promessas da marca de que diz ter incluído o primeiro sensor do mundo RGBW de quatro cores que deveria melhorar a luminosidade em 32% em situações de iluminação de alto contraste, reduzindo-a em 78% em ambientes de pouca luz.




Os vários modos de captura e edição de fotos, como o time lapse, pintura de luzes (que regista numa única imagem as luzes de tráfego ou o movimento de chamas) e o modo de beleza são funcionalidades com que vai querer brincar em muitas ocasiões, animando conversas com a família e amigos sobre os resultados mais ou menos espantosos das experiências.




Uma funcionalidade a experimentar também é o director mode, que permite controlar até três smartphones Android na captura de um vídeo com diferentes ângulos. Não chegámos a testar mas está na lista para as próximas semanas.




Em relação à câmara fica ainda uma nota para a rapidez com que responde a uma foto espontânea. Mesmo sem um botão dedicado um toque duplo no botão menos do volume aciona a câmara que está pronta em pouco mais de 1,5 segundos e que faz com que esteja sempre a postos. E pode ir clicando para captar todos os momentos de maior animação.




Quem gosta de selfies vai acolher bem a câmara frontal de 8 megapixels e conseguir bons resultados em ambientes bem iluminados. Mas não espere milagres mesmo com o modo beleza ligado.




Funcionalidades bem artilhadas




O Huawei P8 já vem com o Android Lollipop (5.0) pré instalado, como seria de esperar, mas mais uma vez a marca torna o sistema operativo quase irreconhecível com a adição do interface Emotion UI, com que já nos habituou nos modelos anteriores mas que se pode tornar irritante para quem gosta do Android “limpinho”.




As funcionalidades adicionadas podem até relevar-se úteis, e são claramente diferenciadoras, mas as mudanças podem causar estranheza a um utilizador habituado a outros Android, nomeadamente na barra de notificações, que parece uma timeline, e nos próprios ícones de acesso às ferramentas que podem ser difíceis de reconhecer à primeira vista.




A dispensa da arrumação de aplicações do modelo habitual pode mesmo irritar os mais pacientes. Mesmo com a utilização de pastas parece tudo demasiado desarrumado e muitas vezes os ícones mudam de lugar sem justificação aparente.




Mas não é nada que não seja ultrapassado com uns dias de experiência…




Entre as “adições” feitas pela Huawei pode contar com um modo de utilização do smartphone só com uma mão que reduz o ecrã útil para uma zona mais reduzida, na área esquerda ou direita do ecrã, e que se pode tornar uma boa opção, para quem se conseguir habituar.




A Huawei acrescentou também uma funcionalidade interessante para quem está sempre a perder o telemóvel: chama-se Huawei Speech Awareness – Deteção do discurso na versão em português - e basta definir uma mensagem pessoal para localizar o telemóvel. A língua terá de ser o inglês, com sotaque britânico, norte americano ou australiano, e pode treinar a frase sugerida Okay emy.




Depois basta dizer Okay emy para ativar a funcionalidade e juntar a pergunta “where are you” para ouvir a resposta alegre “I’m here” e um toque de som. Pode ser útil mas consigo imaginar algumas situações embaraçosas…




Contas finais

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É lógico que a Huawei queira prolongar com o P8 o sucesso que teve com os modelos anteriores. Os dados da empresa indicam que o P6 vendeu mais de 5 milhões de unidades e que nos primeiros seis meses o P7 vendeu mais de 4 milhões e é de esperar que o caminho do P8 seja semelhante face à qualidade do equipamento e ao preço, próximo dos 530 euros.




O teste que fizemos tem um resultado bastante positivo, com o P8 a mostrar uma performance à altura dos tubarões da concorrência e alguns pontos extra na câmara. Quem gosta do design tradicional e não está ainda muito virado para as curvas é um equipamento a considerar seriamente, embora o ecrã não seja tão bom como seria desejável.




Em Portugal o modelo está disponível nas cores champagne e cinza e chega às lojas a meio deste mês de maio com um preço a partir de 529 euros para a versão de 16 GB.




E este preço tem também de ser considerado como uma opção positiva para quem está à procura de um smartphone de topo de gama.

Emojis para iOS, Android, Windows, Facebook e Twitter ... veja lista completa

Uma nova versão dos emojis deve aparecer apenas em junho de 2016, mas já tem algumas novidades anunciadas, como as 38 novas figuras. Além disso, uma recomendação do Unicode deu a entender que os ícones deverão ser mais semelhantes entre os sistemas. Confira a lista completa de emojis baseados no Unicode 8.0 e compare as figuras usadas no GoogleMicrosoftApple, entre outros sites.

Apple
Lista de emoji da Apple tem mais opções de família e bandeiras (Foto: Reprodução/Emojipedia)Lista de emoji da Apple tem mais opções de família e bandeiras (Foto: Reprodução/Emojipedia)
Disponível no iOS 8 e no OS X 10.10.3, a lista de emojis da Apple reúne a atualização do Unicode 8.0, como alteração dos tons de pele, mais combinações de famílias e uma lista maior de bandeiras. As figuras também estão com as cores mais definidas e com ‘brilho’. Veja a lista completa no site do Emojipedia (emojipedia.org/apple-emoji-list) e confira se tem algum que você ainda não está usando. 
Google
Lista de Emoji do Google tem alterações entre o Android Kit Kat e Lollipop (Foto: Reprodução/Emojipedia)Lista de Emoji do Google tem alterações entre o Android Kit Kat e Lollipop (Foto: Reprodução/Emojipedia)
Disponível no Android a partir do Kit Kat e também no Hangouts, os emojis do Google tem as figuras mais achatadas e cores mais fortes. No Lollipop, algumas alterações foram feitas, ficando parecido com o iOS. As figuras de pessoas foram modificadas para personagens amarelos em vez de humanos, com a cor da pele branca. A lista completa das alterações do Kit Kat para o Lollipop podem ser vistas no blog Emojipedia (blog.emojipedia.org/android-50-emoji-changelog), use todos no seu dia a dia. 
Microsoft
Emojis da Microsoft tem cores mais suaves (Foto: Reprodução/Emojipedia)Emojis da Microsoft tem cores mais suaves (Foto: Reprodução/Emojipedia)
Ativos em smartphones e PCs com Windows Phone 8.1 e tablets com Windows, os emojis da Microsoft têm cores mais suaves e figuras com traços mais arredondados, disponíveis também no Skype. A lista completa também pode ser vista no Emojipedia (emojipedia.org/microsoft-emoji-list). O Windows 10 incluirá algumas novidades, como o ‘polémico’ mal educado, além de outras figuras polémicas. 
Facebook
Emojis do Facebook tem cores claras (Foto: Reprodução/Emojipedia)Emojis do Facebook tem cores claras (Foto: Reprodução/Emojipedia)
Os emojis para o Facebook possuem desenhos menores e em cores mais claras. A rede social possui uma versão exclusiva para a web. A lista completa pode ser vista no site (emojipedia.org/facebook-emoji-list/). Para smartphones e tablets, os usuários usam o teclado emoji nativo dos aparelhos. Além dos emojis, são encontrados stickers (adesivos) para o feed e a conversação.
Twitter
Emojis do Twitter também funcionam no TweetDeck (Foto: Reprodução/Emojipedia)Emojis do Twitter também funcionam no TweetDeck (Foto: Reprodução/Emojipedia)
Assim como o Facebook, o Twitter também possui emojis exclusivos para a versão web. Disponível também para o TweetDeck, a lista traz as figuras mais ‘polidas’ e cores suaves. A lista completa  confere no Emojipedia (emojipedia.org/twitter-emoji-list/). Não se esqueça de usar no seu microblog.

RPG Chaos Rings III- jogo é lançado para iPhone, iPad e Android



, uma das séries de RPG mais aclamadas para dispositivos móveis, agora está disponível globalmente para dispositivos Android e iOS. O mais novo capítulo da saga "AAA" da Square Enix já tinha sido lançado em meados de outubro no mercado japonês (para dispositivos móveis e PS Vita), mas foi somente agora que a tradução para o inglês chegou ao mercado.

A mecânica de jogo é semelhante ao que já vimos nos capítulos anteriores de Chaos Rings: um RPG de turno com ótimos gráficos e um bom sistema de evolução de níveis. Algo típico da Square Enix. Muitos efeitos especiais foram inclusos e, como já era de se esperar, a trama e os efeitos sonoros ganharam atenção especial dos desenvolvedores. A jogabilidade, apesar de ser algo já visto em outros títulos da empresa, acaba sendo bastante variada de acordo com as situações.



O jogo é, por vezes, comparado com a franquia Final Fantasy por envolver ficção e, como de praxe, fantasia. O objetivo principal é levar os personagens para o Neo Pascal, a porta para entrar nas terras do paraíso de Blue Marble. Cada membro (personagem) tem seus motivos para entrar no portal: alguns querem descobrir seus mistérios, enquanto que outros apenas querem encontrar algum membro da família, e assim por diante.

O preço de Chaos Rings III, no entanto, pode não ser muito atrativo para os jogadores mais comuns. Na App Store o jogo custa US$ 19.99. Já na Google Play, o título pode ser comprado(no Brasil R$ 63,47). A nossa recomendação é: se  é um típico jogador de RPGs, este é um título que vale a pena. No entanto, se  está entrando agora neste universo e não pretende gastar muito, existem muitos outros títulos para serem testados

Foto de Angela Merkel que se tornou viral... é assim como ela faz a Portugal e Grécia?

A fotografia tem estado a circular nas redes sociais desde que foi partilhada pelo germânico Die Welt.
A estranha fotografia de Angela Merkel que se tornou viral







A estranha fotografia de Angela Merkel que se tornou viral










O momento era de uma cerimónia de batismo de um navio pesqueiro, o tipo de formalidade que não é novidade para um chefe de Estado.
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Porém, desde que foi publicada no Facebook do Die Welt, esta imagem tem estado a ganhar destaque e não será pelas melhores razões.

A fotografia pouco abonatória da chanceler alemã mostra Angela Merkel a comer um pickle de arenque, como adianta o Sol, e foi captada por Jens Büttner, fotógrafo da DPA.

Android "M" em imagens


Visualmente a nova versão do Android acaba por ser semelhante ao Lollipop, mas a Google revelou imagens daquelas que são as novas funcionalidades e grandes diferenças do sistema operativo móvel.



As versões 5.0 e 5.1 do Android, conhecidas como Lollipop, ainda estão muito longe de serem as mais usadas. Mas o “comboio” da inovação não para e a Google já revelou a próxima versão do sistema operativo móvel: o Android “M” Release, não sendo certo ainda a que doce se refere a letra M.

As novidades visuais não são muitas e o material design continua a ser a norma do software. Mas existem várias novidades interessantes e que a tecnológica de Mountain View já mostrou na sua conferência mundial de programadores.

Se quer ficar a conhecer melhor a próxima versão do Android navegue pelas imagens da fotogaleria, pois a versão final do Android "M" só ficará disponível no terceiro trimestre de 2015.






















Android "M"


A Google revelou ainda várias novidades .....

- Android M: maior foco na qualidade e na experiência de utilização
- Nova versão do Android já disponível para programadores
- Brillo é a proposta da Google para a Internet das Coisas
- Armazenamento ilimitado de fotografias e vídeos com o Google Photos
- Google Maps vai ter funcionalidades disponíveis para usar offline
- Google reforça aposta na realidade virtual em parceria com a GoPro

A apresentação principal da Google I/O já está disponível no YouTube e pode ser acedidaaqui.

WhatsApp(beta)- traz recurso de ligações para o Windows Phone



já está disponível há certo tempo para o Android e o iOS, o recurso de ligações por voz do WhatsApp finalmente chegou ao Windows Phone. Para acessar a opção, no entanto, é preciso ter a versão de testes Beta do aplicativo instalado em seu smartphone que usa a plataforma mobile da Microsoft.

Dessa forma, o recurso ainda está disponível de forma bastante limitada e só atinge um grupo específico de usuários da plataforma. Segundo o site WMPowerUser, a versão 2.12.38 do WhatsApp Beta é responsável pela introdução da novidade.








Beta do WhatsApp traz recurso de ligações para o Windows Phone

Até o momento, não está claro quando a novidade deve ser disponibilizada como parte da versão convencional do aplicativo. No entanto, o fato de ela já estar em fase de testes Beta indica que isso não deve demorar muito a acontecer caso tudo saia conforme o planeado por sua desenvolvedora.

Google Maps em modo offline... Windows Phone já tem disponível!

Para além de todas as novidades à volta do Android e do que a nova versão traz de diferente, a Google hoje mostrou outra novidade muito interessante.
O Google Maps vai finalmente poder ser usado em modo offline e assim dispensar a ligação à Internet, melhorando a usa utilização.
Este é um passo que vem melhorar o Android, mas que o Windows Phone tem já disponível há algum tempo. Quer saber como o pode activar e usar?
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A Microsoft sempre se preocupou em ter no seu sistema operativo móvel os melhores sistemas de mapas, fruto de parcerias muito firmes que fez com a Nokia e com o Here.
A verdade é que muitos não dão o valor devido ao Windows Phone e às suas muitas funcionalidades, ignorando tudo o que de tem de bom e muitas vezes até melhor que a concorrência.
O caso dos mapas offline, que a Google agora anuncia como uma novidade, é um exemplo perfeito. Disponível para todos usarem, de forma imperceptível para o utilizador e até com actualizações automáticas.

Como activar o modo offline dos mapas no Windows 10 Mobile

A forma de activar este modo nos mapas do Windows Phone é extremamente simples. No exemplo apresentado vamos mostrar como o fazer no Windows 10 Mobile, mas no Windows Phone não é muito diferente.
Comecem por aceder às Definições e depois ai dentro escolham a opção Sistema. A opção que devem encontrar e escolher de seguida é Offline maps.
Só precisam de escolher a opção Download a map para que sejam encaminhados para a zona onde vão poder escolher o mapa da zona que querem ter no modo offline.
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O passo seguinte é, obviamente, escolher o mapa a ser descarregado. Naveguem pelos continentes, e países ou regiões até encontrarem o mapa pretendido. A informação sobre o tamanho do mapa está junto de cada um deles.
Depois de escolhido o mapa o download do meso é iniciado e o mesmo pode ser deixado a correr em fundo, sendo o smartphone usado de forma normal.
Aproveitem este tempo para afinarem um pouco a configuração desta opção offline. Desçam no ecrã e activem a opção de Actualização de mapas, para os terem sempre nas últimas versões, de forma automática.
Ponderem também activar a opção de Ligações de tráfego limitado, para que as actualizações sejam feitas apenas quando estão ligados a redes wifi.
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A partir do momento em que o mapa esteja descarregado para o dispositivo vão deixar de precisar usar a ligação à Internet para a maioria das consultas que fizerem nos mapas.
O modo offline permite não apenas navegar nos mapas mas também pesquisar locais e definir trajectos entre moradas ou locais. Experimentem desligar o vosso equipamento da rede e testem a utilização dos Mapas.
Como podem ver não precisam de esperar que a Google traga o modo offline para o seu serviço de mapas. Usem já o da Microsoft, mas isto claro, se tiverem um equipamento com Windows Phone ou Windows 10 Mobile!

Como instalar o Android M Developer Preview num Nexus ... dicas

Apresentado ontem durante a I/O, o Android M tem começado já a cativar os possíveis utilizadores. São várias as novidade que todos querem testar e experimentar em primeira mão.
Depois da Google ter lançado as primeiras versões de testes, disponibilizando-as para qualquer utilizador as instalar num qualquer Nexus 5, 6 ou 9, é hora de serem iniciados os primeiros testes.
Este não é um processo complicado e qualquer um o pode fazer. Por isso o Pplware vai explicar em detalhe quais os passos a tomar para instalar o Android M.
android_M_1


A nova versão do Android, a M, está ainda a dar os primeiros passos e por isso é ainda propensa a problemas e a comportamentos menos “normais”.
Todos os que a quiserem usar devem presente que para já a Google ainda não começou a apostar na estabilidade e está mais focada nas novas funções e no seu desenvolvimento.
Esta instalação vai eliminar todos os dados do dispositivo e por isso deve ser feito um backup total para salvaguarda dos dados

Requisitos

Os requisitos para instalar o Android M são muito simples. Em termos de dispositivos que a podem usar, para já está limitado aos Nexus 5, 6, 9 e Player.
Para além disso é ainda necessário ter do lado do utilizador a imagem respectiva para ser instalada. Estas podem ser obtidas junto da Google, pelos links abaixo:
Assim que descarreguem a imagem do vosso Nexus devem descomprimi-la e colocá-la numa pasta de fácil acesso.
Para conseguirem colocar o Nexus num estado que possa receber o Android M é necessário terem instalado o ADB e o fastboot.
No caso do Windows basta instalarem-no daqui e no OSX basta que executem o comando abaixo numa janela de terminal
bash <(curl -s https://raw.githubusercontent.com/corbindavenport/nexus-tools/master/install.sh)
Por fim é necessário garantir que o smartphone é detectado pelo sistema operativo.
Notem que todos os comandos a serem executados abaixo devem ser feitos ou numa janela de Dos, no caso do Windows, ou numa janela de Terminal, no caso do OSX.
Esta janela/terminal deve estar aberta na mesma pasta para onde descomprimiram a imagem do Android M.

Desbloquear o Bootloader

Para iniciar o processo de instalação é necessário que se aceda ao bootloader do Nexus. Para isso corram o comando abaixo:
adb reboot bootloader
Este será um comando rápido e que fará o vosso Nexus reiniciar. De seguida executem o comando abaixo:
fastboot oem unlock
android_m_3
Este será um comando mais demorado, mas no final deve apresentar uma mensagem de execução correcta.

Instalar o Android M

Agora que o Nexus estará pronto para receber o Android M, apenas precisam de dar o comando para que ele seja transferido e instalado. Para isso executem o comando abaixo:
Windows
flash-all.bat
OSX
./flash-all.sh
android_m_4
Este é um comando que demorará muito mais tempo e que não deve ser interrompido por qualquer razão. Podem acompanhar o processo de instalação pela janela de terminal, onde vão sendo apresentados os passos que estão a ser executados.
android_M_2
Ao fim de alguns minutos o vosso Android irá reiniciar, demorando aqui também um tempo superior ao normal. O Android estará a terminar a configuração do terminal e a prepará-lo para o passo seguintes.
Este passo será a configuração dos dados do utilizador. Ao fim de alguns passos e alguns minutos o Nexus vai estar pronto a ser usado, já com o Android M.
O techonlline não se responsabiliza por qualquer problema que surja nos equipamentos ou na utilização destas instruções.
As mesmas foram testadas pelo pplware e são plenamente funcionais.

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